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tipo de pastilha: Blog de Escuta, Música
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Coisa de miúdo… bastava ver uma guitarra Fender Stratocaster vermelha e branca e ficava doido… era o que queria… era só o que queria.*
Muito contribuiu para essa “doença” um individuo com boa pinta que tinha a mania do culto da personalidade, que não abria a boca, não precisava de a abrir, tocava-a e muito bem.
Tocava-a da maneira que mais aprecio.
Este e alguns da minha elite de guitarristas são os poucos capazes de ter um estilo tão próprio e único que, mesmo não conhecendo o tema, ao ouvir reconheço-os de imediato.
Gente como Mike Oldfield é assim.
Estávamos em 1984, Oldfield ainda colhia os bons créditos de Moonlight Shadow editado cerca de um ano antes, eis que surge este To France que aqui vos deixo.
interprete: Mike Oldfield
tema: To France
álbum: Discovery
ano: 1984
* Em 1997 consegui comprar uma igualzinha, a Fender Stratocaster vermelha e branca, ao Zétó que ainda hoje me diz “um dia quero-a de volta”… já lhe prometi… a vender só a ele.
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Conforme já se aperceberam, pelo que aqui tenho escrito, ando um pouco preocupado com as próximas eleições.
É que eu gostaria que tudo corresse muito bem, ninguém se enganasse ao votar, elegêssemos um governo que nos trouxesse quatro anos de prosperidade e sossego. Para isso, tudo tem de ser bem preparado, logo a começar nas bases de dados do recenseamento eleitoral, para impedir que haja mais ou menos eleitores do que aqueles que deveriam existir, como parece que sucedeu nas europeias.
Conforme se pode ler aqui, esse trabalho está a ser feito, mas têm aparecido algumas dúvidas. Uma delas preocupa-me profundamente porque, neste momento, ainda não sei se, a 27 de Setembro de 2009, um dos nossos concidadãos constante desses ficheiros eleitorais, já terá 136 ou ainda 135 anos de idade e se se vai deslocar pelo próprio pé ou precisa de transporte. Nesta última situação, eu sou voluntário para o levar, pois todos os votos são importantes!
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A estabilidade no que respeita à paz instalada em Moçambique é uma realidade no entanto estamos perante um país de África com as suas características muito próprias, as heranças e os conceitos de um passado europeu não muito distante estão esquecidos e para uma maioria de moçambicanos esse legado foi “coisa” certamente não vivida.Segundo relatos de um simpático e “virtual” conhecido meu, um português que vive actualmente em Maputo com quem troquei uns mails e que aqui exponho de forma muito resumida, podemos ouvir disparos de AK47 feitos pela própria polícia numa “simples” perseguição.
Nessa perseguição o bandido foi capturado sendo que surge posteriormente com um tiro cravado no pé, é que… “a policia em Moçambique atira ao pé”… “depois de capturar o bandido”.
No último almoço domingueiro na CP (casa dos pais) contava com orgulho e detalhe este episódio quando o meu tio, também ele um ex-habitante da capital de Moçambique, meio a brincar meio a sério sai-se com esta “o tiro no pé é para marcar o tipo”… ficámos todos meios brutos a olhar para ele!
“Sim é para marcar o tipo… é o registo criminal à moda de África” diz seguido de uma gargalhada à moda dele!
“Quando um bandido é capturado a primeira coisa que devem fazer é tirar-lhe o calçado… se existir… e confirmar se esse é o primeiro delito cometido ou não... se for o primeiro delito o pé tá porreiro e toma lá tiro... se já tiver buraquinho... é capaz de não ser agradável”
Fiquei pensativo, não consigo deixar de admitir que possa ser mesmo assim, registo criminal deve existir certamente... mas quando? Depois dos 2 pés furados?
Uma policia que persegue a tiro um “bandido” por não ter pago umas cervejas e que lhe “espeta” com um balázio no pé só pode ser regra.
Esta história (e não só) pode ser lida aqui no blogue do Lupo o "Alunagem".
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Olá Malta!
Finalmente pude escrever alguma coisa. Agora que o trabalho não aperta e que estou ainda a digerir a felicidade da minha colocação. LIVREEEEEIIII-ME do BÁSICO!
E por falar em felicidade........mulher que se preze fica feliz com as comprinhas! O problema é que com o passar do tempo aquele " trapinho" já não nos dá a mesma emoção e precizamos de outro. Nós seres humanos psicoadaptamo-nos às coisas e às situações, sejam elas boas ou más. A propósito aqui vai um pedacinho daquilo que li recentemente de um autor muito conhecido AUGUSTO CURY
Passamos a vida olhando para fora. Usamos muito os olhos e os ouvidos. A nossa memória está repleta de mensagens que os sentidos captaram. Mas quase nada aprendemos a olhar para nós mesmos, para além do cabelo e da pele que nos cobre e protege o corpo.
Uma lenda indiana diz que Deus escondeu a felicidade no sítio mais inacessível do Universo: não no fim do Mundo, não na montanha mais alta, nem tão pouco nos abismos marinhos. Escondeu-a dentro de nós mesmos. É lá que ela reside desde que nascemos e por isso quanto mais nos concentramos no mundo que nos rodeia menos somos capazes de perceber que o nosso bem-estar, o nosso equilíbrio, a nossa harmonia, enfim, a nossa felicidade está cá dentro, tem de vir de dentro para fora e não no sentido contrário.
Olá malta!
Depois de quase 3 meses calada aqui vai mais uma mensagem ....
Uma mulher que se preze gosta de ir ás compras e fica feliz ao olhar-se ao espelho com o " trapo " novo acabadinho de comprar. Passado alguns dias ao olhar para a compra que fez, ou até ao vesti-la de novo a felicidade já não é a mesma. Nós psicoadaptamo-nos ás coisas e ao fim de algum tempo a emoção já não é a mesma. Por isso aqui vai talvez a solução!
"Passamos a vida olhando para fora. Usamos muito os olhos e os ouvidos. A nossa memória está repleta de mensagens que os sentidos captaram. Mas quase nada aprendemos a olhar para nós mesmos, para além do cabelo e da pele que nos cobre e protege o corpo.
Uma lenda indiana diz que Deus escondeu a felicidade no sítio mais inacessível do Universo: não no fim do Mundo, não na montanha mais alta, nem tão pouco nos abismos marinhos. Escondeu-a dentro de nós mesmos. É lá que ela reside desde que nascemos e por isso quanto mais nos concentramos no mundo que nos rodeia menos somos capazes de perceber que o nosso bem-estar, o nosso equilíbrio, a nossa harmonia, enfim, a nossa felicidade está cá dentro, tem de vir de dentro para fora e não no sentido contrário."
O autor é um membro do Instituto de Inteligência
Continuando nos filmes… ouvi esta música pela primeira vez quando vi “Finding Forrester” (2000). Embora a melodia e a letra não sejam originais, acreditem ou não foi cantada pela Judy Garland, em 1939, no “The Wizard of Oz”, o cantor, que já vão conhecer, pegou nela e, tocando um “ukelele”, “mixou-a” com a “What a wonderful Word” (que todos conhecem) e transformou-a num sucesso que já foi utilizado em mais de 50 !!!! filmes e séries de televisão. O cantor chama-se Israel Kamakawiwo, é havaino (ou hawaino) e, depois de ver este clip, cada vez tenho mais certeza de que não é preciso ser bonito(a), magro(a), e talvez loiro(a), para ter qualidade como musico. Já vão perceber porquê.
É a oitava deste TOP.
O mês de Agosto é a minha grande esperança.
Tenho uma grande fézada neste mês de Agosto, do ano da graça de 2009 do calendário gregoriano, pois espero pela chegada do D. Sebastião dos tempos modernos.
De facto, se isso não suceder, vou ficar muito deprimido porque a 27 de Setembro estarei sem saber em quem votar, uma vez que, para mim, nem Sócrates nem Ferreira Leite servem. E notem que esta última ainda nem eleita foi e já sofre com uma coisa tipo "campanha negra" - os CTT, com a venda do tal prédio cujo valor, no mesmo dia, subiu cerca de 5 milhões de euros conforme se pode ler aqui.
Acreditem que, em minha opinião, era muito importante o aparecimento de alguém com capacidade para tomar conta do nosso quintal. Alguém que demonstrasse não estar embrenhado "no pântano" nem com vontade de ir para lá. E, acima de tudo, não gostasse de "polvos"!
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Alguém me sabe dizer quanto tempo demora a ser concluído um processo disciplinar sobre pressões?
E demora mais tempo se os factos ocorridos já tiverem sido minimamente avaliados num inquérito anterior?
Não é por nada mas já lá vão quase dois meses e eu gostava de saber o fim da novela.
Porque a musica não precisa de ser cantada.
Um dos filmes que, embora um pouco americanizado, é do que melhor retrata a amizade masculina. Sem ser gay.
Chama-se “The Deer Hunter” (1978), realizado por Michael Cimino, com actores como Robert de Niro, Christopher Walken (um dos meus actores “must”), embora com alguns filmes de duvidosa qualidade no seu curriculo, mas isto já é outra história...), John Savage, John Cazal, Meryl Streep.
Da banda sonora, que representa um dos cinco Óscares atribuídos a este filme, consta a música tocada, e “só” tocada, em guitarra clássica (“viola” para os amigos) “Cavatina”. É da autoria de Stanley Myers e interpretada por John Williams.
Aproveito este TOP para relembrá-la, ilustrada com algumas cenas do filme.
É a sétima porque …. ver primeiro parágrafo.
STANLEY MYERS - "CAVATINA"
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Quem quiser ser despedido com o simplex na hora tem aqui a receita - dois dedinhos a fazer de cornos e pronto, olho da rua.
Bem mais eficaz que mandar os outros comerem papa Maizena ou dizer que vai a Itália comprar sapatos italianos, numa exposição de sapatos portugueses em Milão ( se não me engano) :)
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Na altura não prestei a devida atenção, era puto e ia vendo a corrida influenciado mais pelo entusiasmo das pessoas que estavam no café do meu pai do que por vontade própria, foi notável, Portugal tinha colocado dois atletas nos dois primeiros lugares e, como se fosse pouco, o recorde do mundo tinha caído nesse dia e eu a ver aquele feito a meias com tudo o resto sem importância que se passava à minha volta.Foram quase 9 os segundos retirados ao anterior recorde do mundo, há 25 anos, foi a corrida da vida de Fernando Mamede.
Durante 5 anos o recorde mundial dos 10.000m manteve-se inabalável, a marca 27:13.81” de Mamede manteve-se até 1989 e não será de deixar de avaliar e valorizar o facto de nos últimos 32 anos (pelo menos) não mais um Europeu ter conseguido entrar nessa lista de heróicos recordistas do mundo, o resto da história recente da distância é dos habituais Quenianos e Etíopes com um Mexicano e um Marroquino pelo meio.
Dizem que era fraco psicologicamente, ele próprio admitiu-o, dizem que se não fosse o seu (nosso) conterrâneo que ficou em 2º lugar nessa mesma corrida Mamede nunca chegaria à melhor marca mundial.
Alguma vez escreveram um texto de Mamede sem referirem o nome do 2º classificado?
Será este o primeiro?
Portugal nunca perdoou aquela desistência na final dos 10.000m nos Jogos Olímpicos de Los Angeles depois de ter ganho a corrida de classificação, os putos da minha rua chamavam-lhe Mamerde, eu também, hoje envergonho-me.
Pensando bem… que cruz anda a carregar este homem.
Fernando Mamede está na altura do país pedir-te desculpa e dizer-te obrigado, foste o melhor do mundo, és um orgulho e és do meu país.
Se já trabalharam com o Windows 95, e foram à secção de multimédia, ouviram esta pérola, que já é dificil de encontrar (este videoclip). Eu só posso postá-lo neste blogue porque, antes de formatar o disco do meu antigo computador (com o W98), lembrei-me de o guardar. Sabia que um dia me poderia ser útil. Quem nunca esteve no W95 e não conhece a senhora, que hoje já tem 43 anos, ainda não deve conhecer o teledisco.
É a sexta e penso que vão gostar.
EDIE BRICKELL - GOODTIMES
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Era para ser uma simples canção de Natal.
Mas a coisa correu tão bem que passou a ser um hit do princípio dos anos 90.
E música de Natal obrigatória em algumas casas. Na Irlanda e não só.
E por um dos grupos mais improváveis.
Cá está a quinta do TOP
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Isto para dizer que vou falar-vos de música apesar de não ser pouco e de qualidade o que aqui tem sido postado pelo nosso Banderas mas agarrado a tal falta de inspiração não consigo evitar o tema e sigo a tendência da nossa holliwoodesca estrela.
Regra geral é que gosto de tudo mas quando o gostar passa para o nível seguinte vou mais longe e tento saber quem é ou quem são os músicos, de onde são, quantos álbuns editaram e tento conhecer esses mesmos álbuns.
A minha última vítima é o ex-namorado da Jennifer Aniston, sim essa mesma, a ex-namorada do Brad Pitt, é irritante não é?
O rapaz é um músico de excelência, um guitarrista como eu gostaria de ser, excelente voz, é já muito maior na música do que alguma vez a Jennifer será no cinema só que é assim que ele é conhecido em quase todo o mundo mas principalmente na Europa que quase não conhece o seu trabalho… o ex… enfim… falo-vos de John Mayer.
O vídeo que aqui publico foi a explosão do pouco que já tinha retido, entrou directo naquele pequeno grupinho dos que quero descobrir e ouvir tudo o que tem.
Bigger than my body, apesar de admitir não ser a mais ser a mais consensual canção a divulgar deste tipo, mexeu comigo e quando ouvi a explicação da letra ainda mais se entranhou em mim.
“ 'cause I'm bigger than my body gives me credit for”.
É de campeão, é realmente isto que precisamos, a verdade é que somos maiores que o limite que o nosso corpo nos impõem… muito maiores… falta é passar esse limite abdicando das justificações para não o fazer.
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29.06.2009- 16h37.
Pronto, está feito.
A conta, conforme se pode ver aqui, por fraudes no valor aproximado de 50 000 000 000 de dólares, são 150 anos de grelha.
E o assunto está tratado e arrumado. Mesmo que venha a existir recurso o sujeito já fica bem marcado.
E nós por cá onde é que íamos? Como? Continuam a andar de avião? E o Banco não vive com aval do Estado?
E no BPN, quantos estão presos? Ah, é só um, mas em preventiva.
E quando é o julgamento? Não sei, mas quantos anos demora até prescrever o crime, se é que houve crime?
E este tipo de crimes dá para apanhar quantos anos? Se for até 5 aninhos pode levar com a pena suspensa, com a actual lei.
Bom, apetecia-me dizer uma asneira!
Gruusiyufvxalkjfoooxxx! (olha saíu-se-me em estrangeiro)
Já ouviram falar dos Ramones?
Pelo menos uma pessoa que lê assiduamente este blogue, sei que sim.
Para quem não sabe, foi uma banda de “Punk Rock” que surgiu no inicio dos anos 70 e continuaram a tocar juntos até 1996.Com um pormenor curioso - nunca ninguém conseguiu ver a cor dos olhos deles. Depois de verem este videoclip vão perceber porquê.
Em 1980 lançaram um “single” que é, para mim, uma das mais belas declarações do amôree que conheço.
Vai ser a quarta músic do TOP.
RAMONES-"BABY I LOVE YOU"
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Ora vamos lá "denegrir" isto mais um bocadinho.
Esta é uma história "à americana".
Esta senhora começou por lavar escadas aos doze anos num prostibulo, aos catorze oferecia o seu corpo a quem tinha dinheiro, até que um dia entrou num bar do Harlem e o pianista, com pena dela, perguntou-lhe se sabia cantar. Cantou e saiu de lá com um contrato na mão. Nunca mais precisou de voltar ao prostibulo. Estávamos em 1930.
Resumindo, durante cerca de vinte anos encantou quem gostava de Jazz.
Esta musica, a terceira deste TOP, descobri-a num CD fanhoso, oferta da BP, à muitos anos atrás e, não sendo das mais conhecidas que ela cantou, nunca mais a esqueci.
Espero que gostem.
BILLIE HOLIDAY - "ALL OF ME"
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As Finanças, conforme tenho lido por aí, publica agora a lista dos devedores ao fisco no seu site da net, por forma a que todos possam saber quem não paga as suas contas.
Recordo-me de ser miúdo e ver nas montras da padaria e na mercearia do bairro onde vivia uma lista com esse mesmo fim, onde constavam os calotes. E, já mais recentemente, numa loja de electrodoméstico lá estava a listazinha, para ver se envergonhava alguém e o levava a pagar o que estaria em dívida.
Mas a que vem isto a propósito? Vem a talhe de foice de eu ter ficado um pouco irritado, assim a modos que incomodado, por ter lido aqui que Nuno Cardoso tinha sido punido com 3 anos de prisão com pena suspensa. Ora, deste até se soube porque é uma figura pública e o assunto envolvia uma coima ao Boavista, mas, vai-se a ver, os criminosos com pena suspensa têm menos evidência pública que os devedores ao fisco, o que me parece uma grande falta de equidade e equilíbrio na graduação dessa exposição. E, recordo, com a actual legislação (julgo que iniciada em Setembro de 2007), as penas até 5 anos de "grelha" podem ser suspensas. E para apanhar 5 aninhos não deve ser por ter roubado o desodorizante no supermercado ou as galinhas do vizinho. Deve ser assim mais para os casos de violação e pedofilias ou desvio de meios financeiros, se é que eu me estou a fazer entender.
Bom, mas dizia eu que esses indivíduos deveriam ser contemplados também com alguma coisinha que fizesse saber, aos outros cidadãos, quem com eles partilha a carruagem do metro ou a cadeira do lado no cinema. Daí que a minha proposta era no sentido de que se lhes desse um cabeção de uso obrigatório durante o tempo da pena. Esse cabeção, todo branquinho (crimes de colarinho branco, "tão a ver"), seria usado ao pescoço, tipo colar. E para os assaltantes que usam arma - como ontem os do carjacking que enfiaram dois balázios num homem de 70 anos a quem roubaram o carro - eram-lhes engessados os polegares e os indicadores para não poderem disparar. E assim sucessivamente, com gesso nas partes adequadas, até que as penas tivessem alguma eficácia, como acredito que sucede aqui e também neste outro caso ou ainda aqui. Corresse isto assim por Portugal e não creio que houvesse tanta vontade de fazer umas maldades.
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E agora para algo completamente ... mais recente .
Há duas vozes femininas que actualmente me "enchem as medidas".
A Natalie Merchant e a Katie Melua.
Como a Natalie já teve direito de antena aqui no belógue, pôsto uma da Katie.
Do melhor que tenho oubido ultimamente (ultimamente + ou -. Já tem uns mesitos).
A segunda representante neste TOP é portantos:
"KATIE MELUA: CLOSEST THING TO CRAZY"
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Para todos aqueles que, como eu, vieram ao mundo com um autocolantezinho no corpo a dizer MOZ. INSIDE partilho aqui um blogue que recentemente descobri e que venho a ler diariamente.tipo de pastilha: África, Maputo, Moçambique


