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Devido a dificuldades de ordem técnica das quais não somos responsáveis hoje não será lançado um novo post incluído neste top. Pelo facto pedimos as mais sinceras desculpas esperando retomar amanhã a postagem de mais videoclips.
O responsável pelo Top - João Banderas Nogueira

Due to some difficulties of technical order that we are not responsible, today a new post included in this top will not be launched. For the fact we ask the most sincere excuses waiting to retake tomorrow the post of more videoclips.
The manager of the Top - João Banderas Nogueira

Eu sei que estamos numa fase de música e futebol e, portanto, desculpem-me a intromissão. Mas isto da economia também me faz vibrar. Assim, cá vai:

A crise, a famosa crise, criada pela ganância e cobiça de empresários, gestores e políticos mundiais, vai ter de ser paga por todos. Os que podem muito, os que podem pouco e os que podem assim assim.

Em Portugal, pelo que tenho lido e ouvido, uma das atitudes a tomar é a diminuição do subsídio de desemprego, de que dependem cerca de 500 000 compatriotas. Em Espanha, porém, são muito mais criativos e dão o exemplo eliminando 29 empresas públicas (a maior parte das fundações) e 32 altos cargos nos ministérios. Conforme se lê nessa notícia, prevêem poupar, assim, 50 biliões de euros até 2013. Afectam, portanto, um menor número de pessoas, provavelmente com altas qualificações e maior facilidade em encontrar trabalho.Como se compreende, pois eu imagino que se despedissem, por exemplo, o sr. Mexia, ele nem tempo teria para ir a casa mudar de roupa porque, logo que descesse as escadas e chegasse ao olho da rua, haveria uma fila de empregadores a oferecer-lhe trabalho. Se calhar a ganhar ainda mais, pois ele merece, ao que ouço dizer.

A esta decisão espanhola chamo pragmatismo, inteligência e consciência das realidades. Por cá se não formos por idêntico caminho admirem-se quando as convulsões sociais a sério começarem.

A propósito, vejam como se faz política sem serem precisas mordomias nem luxos

TOP10 - Paulo Roberto Falcão

Como estamos numa de TOP's muito bem dinamizados pelo nosso amigo (estrela de Óliúde) Banderas eu vou na onda e coloco aqui o meu TOP10 dos futebolistas que mais gostei de ver jogar.

Alguns deles tive a infelicidade de ver muito pouco do seu futebol, as transmissões televisivas eram quase inexistentes, mas o que felizmente vi foi o suficiente para me apaixonar pela forma de jogar destes talentos.

Não há o 1, 2º ou 10º... gosto de todos... são os meus 10 favoritos.


Eles são mais do que “Contentores”, “Casinhas”, “Feras”, etc. Também têm outras coisas, principalmente na fase inicial, com bastante qualidade. Sabiam que inclusivamente foram agraciados pelo Presidente da República Jorge Sampaio com a Ordem de Mérito em 2004?

Escolhi uma música que está incluída no segundo álbum que editaram – “Cerco” – que, curiosamente, foi gravado numa semana uma vez que nenhuma grande editora quis apostar no seu conteúdo.

Esta é para ti Ana (não é essa, é outra).


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XUTOS E PONTAPÉS – HOMEM DO LEME (1985)


Sempre que vejo este videoclip parece-me uma antevisão do que iria ser um diálogo entre o Jorge Jesus e alguns jogadores do Benfica, nomeadamente o Fábio Coentrão, o David Luís ou o Di Maria.

Ora vejam.


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TRABALHADORES DO COMÉRCIO – TAQUETINHO OU LEBAS NO FUCINHO (1982)


Não sei porquê, mas sempre gostei desta música. Ouvi vezes sem conta uma cassete gravada directamente da rádio. São fases…

E o que é feito deles? Foi algo complicado encontrar na net coisas relacionadas com os CTT. O próprio vídeo é assim pró muito simples. Só consegui descobrir que o vocalista se chamava Luís Plácido (o João Paulo é capaz de conhecer mas eu não) – que alguns consideram um dos melhores desta época –, cantavam em feiras e bailes de vila e existia uma “comunidade” de fans que os seguia para todo o lado.


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CTT – HORA DE PONTA (1982)


O que se pode dizer deste senhor da música portuguesa que ainda não tenha sido dito. Muito pouco.

Então vamos só ouvir a música. Mas quais?

Bom, neste post vou, excepcionalmente, incluir duas canções. A que gosto mais “Estou além” e um um vídeo dos “Humanos” (grupo que até agora gravou 12 !! temas do António Variações) mas com o som de uma maquete original.


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ANTÓNIO VARIAÇÕES – ESTOU ALÉM (1982)



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ANTÓNIO VARIAÇÕES – MUDA DE VIDA (1984)


Naturalmente não podia ficar de fora a música que promovia o desenvolvimento dos maxilares. O pessoal gostou tanto deste tema que tornou o álbum "Taxi" o "primeiro disco de ouro do rock português", vendendo mais de 35.000 discos. É claro que naquela época não havia mp3, CDs piratas, etc. Mais, para quem gosta destas coisas, actuaram na primeira parte de um concerto dos Clash !!! Esta não fazia a mínima ideia.


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TAXI – CHICLETE (1981)


Vista daqui (leia-se, música que se consegue fazer agora) é muito “crua”. Até o nome do grupo é, digamos, fraquinho. Mas como na altura em que saiu não ligava a nada disso e até me soava bem – tipo rebelde e tal – aqui está ela. O espírito desta “retrospectiva” é mesmo esse. Pessoal.

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RÓQUIVÁRIOS – ELA CONTROLA (1981)

Tinha que pôr aqui o Bob Dylan português. A letra parece um pouco regionalista (mas se ouvirem com atenção deixa de ser…), mas é bastante interventiva e fica no ouvido.

E ainda com “fumos”. E não esquecer que estamos em 1981.

Interlúdio: Não sei se já repararam mas nestes anos as canções saíam bastante “politizadas”. Hoje está tudo um bocado mais “Morangos com adoçante” (Sempre gostei desta etiqueta). Porque será?


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MÁRIO MATA – NÃO HÁ NADA P`RA NINGUÉM (1981)


Esta, como muitas outras, vinha à boleia do espírito “Chico Fininho” ( … fumar ganzas , perfume patchouly, etc …) e o pessoal da minha idade, com menos 28, 29 anos do que actualmente (quem me conhece faça as contas), achava piada. E ficou no ouvido (principalmente o refrão). Até agora.

O que vocês não sabiam (e eu também) é que a letra desta música foi censurada. Passou a “underground”.

PS: Ouvi hoje mesmo uma nova versão desta música num anúncio publicitário a um grande hipermercado do nosso burgo. Não gostei nada. Perdeu inclusivamente algum “encanto” nostálgico e estive mesmo para a riscar desta lista. Mas como o post já estava feito aqui vai.


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GRUPO DE BAILE – PATCHOULY (1981)


Às camadas….

Muito antigamente, as camadas eram apenas três – a nobreza, o clero e o povo. E o povo, esmagadoramente rural, trabalhava para sustentar as outras duas.


A seguir vieram os artesãos e os comerciantes. Pouco depois desenvolveram-se a burguesia e o proletariado. Mais recentemente, o poder passou para as mãos dos profissionais da política.


E as camadas cresceram. Vejam só o que as receitas dos impostos precisam de pagar:


Juntas de Freguesia;

Câmaras Municipais;

Governos Civis;

Governos Regionais;

Assembleias Regionais;

Governo Central;

Assembleia da República;

Parlamento Europeu.


“Apenas” oito camadas de poder político, sem falar nos partidos em si mesmos que também recebem do erário público. Para além dos serviços diversos, gabinetes, fundações, consultores, assessores, comissários, observadores e observatórios, enfim, um sem número de postos e lugares ao lado da política mas que do Estado dependem e que nos atiram para uma despesa superior à receita.


Quando um tipo tem de pagar o IRS e se põe a pensar…dá nisto. Não sei se me esqueci de alguma mas se derem por falta, informem-me para ser acrescentada!


E quem produz para suportar isto? Maioritariamente o mesmo povo que, no tal antigamente, sustentava a nobreza e o clero. E que, hoje, lê disto neste jornal, mesmo escrito em francês, e fica espantado. Para além de outras, (como é que se diz?... ah já sei) omissões da lei que nos levam a pagar a viagem de fim de semana a casa, que, por acaso, fica em Paris. Não está mal de todo porque podia ser nas Seychelles.


"Tou" lixado!

Entreguei hoje, "carneiralmente", a minha declaraçãozinha para o IRS.

Lá fiz a simulação respectiva e não é que vou pagar mais 2 000 € que no ano passado, apesar de ter tido rendimentos ligeiramente menores.

Pois, o pessoal não está atento e depois f...ica sem o guito nas algibeiras. As deduções específicas para os Portugueses que já passaram o prazo de validade para o trabalho (vulgo reformados ou aposentados), têm, agora, uma muito menor dedução específica. E, claro, um imposto MUITO maior.

Ó meus amigos, ponham-se de olho vivo e alerta porque isto vai doer a quase todos. Para já vou pagar a prestações e depois vou emigrar para um sítio onde possa viver com o que me sobra após ser assaltado.



Não resisti a incluir aqui os GNR.

E perguntam voçêzes: GNR? Então e o Rui Reininho? Estás mazé a enganar a gente.

É mesmo verdade, respondo eu. Houve uma fase pré-Reininho, ainda sem os subsídios da CEE (para quem não se lembra, aderimos em 1986).

O problema é que, após ouvirem a letra desta music – “ … Portugal e a CEE
Quanto mais se fala menos se vê …. “ (palavras premonitórias, digo eu) - os senhores de Bruxelas exigiram um vocalista

mais “europeu” (CEE oblige) e lá veio o dito cantar as Dunas (já com os subsídios, hê, hê). Nããã … estava só a reinar … reinar, Reininho …. Epá. Até ficou giro.


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GNR – QUERO VER PORTUGAL NA CEE (1981)



Editaram uma série delas. Optei pela primeira. Pela letra (Ao redor desta fogueira / Enquanto as armas descansam / Ergo meus olhos aos céus / Pelas estrelas dos teus. – É bonito), pela música e … porque ainda não usavam aquelas roupas, digamos …., “bélicas”.

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HERÓIS DO MAR – SAUDADE (1981)


African Time

"African Time" pela mão de Joana Fartaria no Xikwembo.

Aproveitando a onda do “Chico” e das suas snifadelas, surgiram, no mesmo ano, os nóveis UHF com os seus cavalos. Só uns anos mais tarde percebi a que “cavalo” eles se referiam… e porque é que uma parte da letra era: “Agora é que a vida passa num flash e o paraíso é além.”.


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UHF – CAVALOS DE CORRIDA (1980)


Depois de ler as últimas mensagens musicais aqui postadas, algumas das minhas memórias roqueiras foram activadas. Canções que actualmente já não se ouvem (pelo menos de forma frequente) e muita gente já esqueceu, mas que, sem dúvida, abriram as portas para o aparecimento de novas bandas, até das “dificilmente audíveis” por ouvidos um pouco mais sensíveis.

Hoje, comecei a escrever aquelas de que me lembrava e, em 5m anotei prái umas vinte. Sem ter a certeza em que ano tinham sido lançadas, resolvi “Googlá-las” e verifiquei que quase todas pertenciam aos anos 80.

Embora algumas sejam um bocadito “cruas”, afinal estavam no início de um ciclo e não tinham grandes pontos de referência, nem nós diga-se, achei que era engraçado postá-las neste espaço. Pode ser que alguém que por aqui passe também goste de recordar.

Após alguma pesquisa consegui, com alguma dificuldade, encontrar algum material, mais ou menos apresentável, e …. aqui estão elas.

PS: Estes posts, como é natural, advêm (… bonita palavra) meramente (outra … pôssa …) das minhas preferências musicais, embora tente colocá-las por uma espécie de ordem cronológica (… não há duas sem três … palavras).

AQUELES QUE ABRIRAM O CAMINHO

POST 1

Descobri este clip na Net. Nem o reconhecia assim tão novinho. O Rui.

E esta letra: Sempre cheio de speed / Com merda na algibeira / Depois de mais um shoot nas retretes / Curtindo uma trip de heroína / Cólica escorbuto e caganeira / Fareja a judite em cada esquina / A vida só tem um problema
O ácido com muita estricnina / Conhece os flipados

Nos dias de hoje ainda se poderia incluir estas expressões e cantá-las à vontade na rádio e Tv? Huummm ….


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RUI VELOSO – CHICO FININHO (1980)