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SOL


Gosto de sol!

Não gosto de chuva!

E isto vem a propósito de quê? De nada!

Apeteceu-me partilhar convosco a minha implicância com a chuva.

Pois! Pois! Não estás preocupada com o aquecimento global, nem com as plantas e as flores,nem com a agricultura! Enganam-se! Estou e muito, mas se a chuva aparecesse só entre as 3 e as 6 da manhã, quando a maioria das pessoas dorme, o problema estava resolvido.

Pois! (Dirão alguns) E aquelas mágicas tardes de Inverno passadas à lareira a ler um bom livro? Sim, isso seria de facto um problema, mas seria o único, certo?

Quem gosta de conduzir à chuva? Quem gosta de tratar dos seus afazeres diários à chuva?

Hoje está sol e estou contente! Não tenho religião, mas se tivesse seria concerteza adoradora do Rei Sol.

Isto não interessa nada, mas como ninguém diz nada há uns dias....

7 Comments:

  1. João Paulo Santos said...
    Pois eu estou contigo nessa do Sol, seja férias ou trabalho venha o Sol que até ajuda a "combater" a crise.

    A foto "levou-me" até às dunas de Natal, 'tou certo cara?
    R de Rui said...
    A Condessa do Sol tem toda a razão. E eu ainda acrescento que as temperaturas deviam oscilar entre os 18 e os 32 graus, chover todas as noites no horário referido na "posta", começarmos a trabalhar às 7 horas da manhã e terminarmos às 16 horas, para podermos usufruir dessa delícia. Isso é que era pertencer à nobreza solar.
    Ana Nazário said...
    Boa ideia!
    Ou então mudamo-nos todos para África...Ups! Já fizemos isso...e correu mal :):)
    R de Rui said...
    Não Condessa do Sol, nós não nos mudámos todos para África. Fomos poucochinhos. Lembras-te que só regressámos 800 mil e muitos deles já lá nascidos? Deveria ter sucedido como queria o Norton de Matos. Íamos para lá 8 milhões, a capital era Nova Lisboa, e os 2 milhões que cá ficavam tomavam conta do quintal(em comparação com Angola)e viviam dos rendimentos e das reformas. Assim é que tinha sido giro com o pessoal todo misturado, à brasileira.
    João Banderas Nogueira said...
    Só me apetece dizer "Eu gosto é do verão, passear com a prancha na mão .... lá, lá, lá ...etc"
    Ana Nazário said...
    Ok! Mais uma lição de História.
    Não sabia dessa ideia do Norton de Matos. Mas que bela ideia. Um bocadinho utópica, principalmente porque nos mudariamos para um pais que não era nosso e a História vem confirmando que não é grande ideia.
    R de Rui said...
    Sem dúvida Ana. Mas o Norton de Matos "só" queria mudar para Nova Lisboa (Huambo, actual) a administração pública nacional (como em Brasília). Os 8 milhões já são fábula minha, mas acredito que, na época que foi, entre as duas grandes guerras, teria puxado muita gente, até por haver terras para dar e oferecer. Teria sido um segundo Brasil, que conquistou a indepência depois de o Rei para lá ter ido. E, havendo uma grande mistura de povos, talvez as coisas se aguentassem. Não seria apenas uma ocupação de território porque, como sabes, os portugueses entregam-se e vivem sem problemas com outros povos. Tornar-se-ia um novo País. Acho eu, que sou ignorante.

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